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terça-feira, 30 de março de 2010

Waiting In Vain - traduzida


UMA LETRA SIMPLES E DIRETA ....

Só hoje cedi a curiosidade, sem comentários... Apreciem a foto a letra.......



Eu não quero esperar em vão pelo seu amor
Desda da primeira vez que eu coloquei meus olhos em você, garota
Meu coração diz "siga até o fim"
Mas eu sei que agora eu estou caído na sua fila
Mas o sentimento de espera é legal
Entao não me trate como uma marionete
porque eu sei como fazer minhas coisas
Não fale comigo se você pensa que eu sou um idiota
Eu quero saber quando você vem

Porque o verão está aqui, eu ainda estou esperando lá.
Inverno esta aqui, e eu ainda estou esperando lá.

Como eu disse,
Já se passaram três anos
que eu bati na sua porta
E eu ainda posso bater mais
Oh Garota, Oh Garota.
isso é possível?
Eu quero saber agora
Pra que eu possa bater mais

Veja,
Na vida, eu sei, há muita mágoa,
mais o seu amor é o meu alivio

As lagrimas queimam em meus olhos

nquanto eu fico esperando, enquanto eu fico esperando minha vez

Eu não quero esperar em vão pelo seu amor
e o seu amor que eu estou esperando
É do meu amor que você corre.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

NZ - Chila, Relê, Domilindró !!!!


Nação Zumbi é uma banda brasileira, nascida no início da década de 1990, em Recife, capital do estado de Pernambuco, a partir da união do Loustal, banda de rock pós-punk, com o bloco de samba-reggae Lamento Negro, e originalmente chamava-se "Chico Science & Nação Zumbi". O líder e vocalista da banda, o cantor e compositor Chico Science, fundou, junto com a banda Mundo Livre S/A, o movimento Manguebeat. [1] No ano de 1991, em Olinda, aconteceu o primeiro show da banda, com o nome provisório de "Loustal & Lamento Negro", numa festa chamada "Black Planet". Neste mesmo ano, Chico Science e Fred Zero Quatro (do grupo Mundo Livre S/A) escreveram um Release, que acabou virando um manifesto do movimento Manguebeat, o Manifesto dos Caranguejos com cérebro, que tem como símbolo, uma antena parabólica colocada na lama.



Desde o lançamento do primeiro álbum, em 1994, A Nação passou por várias mudanças em seu line-up até que chegasse ao atual, que permanece inalterável desde 2002. Depois da turnê internacional do Da lama ao caos em 1995, Canhoto que tocava caixa deixou a banda e em seu lugar entrou o baterista Pupillo. Com essa formação, a banda gravou o seu segundo full-leght: Afrociberdelia. Em fevereiro de 1997 morre com acidente de carro o líder da Nação Zumbi e um dos principais cabeças do movimento Mangue, Chico Science. Um choque, sem dúvida, mas o grupo seguiu em frente. No ano seguinte lançam um álbum-tributo, último pela Chaos/Sony Music recheado de participações especiais e com os membros remanescentes. Em 2000 é lançado o Rádio S.Amb.A., com Jorge dü Peixe inteiramente livre nos vocais e um novo membro para lhe substituir na alfaia, Marcos Matias. Logo depois disso Gira sai e dá lugar a Gustavo da Lua, ex-percussionista do Sheik Tosado. Desde o lançamento do self-tiled em 2002, essa é a formação que se encontra até os dias de hoje, com os membros originais no line-up oficial, Marcos Matias e Da lua como músicos contratatos nas turnês e como músicos convidados nos álbuns da banda.



trecho do CD - FOME DE TUDO - BOSSA NOSTRA

"....
Ainda é a cor que incita a fome
Depende da hora e da cor
Cada cor tem o seu cheiro
Cada hora lança sua dor
E dessa insustentavel leveza de ser
Eu gosto mesmo é de vida real
Eu levei
Minha alma pra passear
Não me distancio muito de mim
E quando saio não vou longe
fico sempre por perto..."



O paraíso nunca vem de graça
E quando chega, nem demora tanto

sábado, 5 de dezembro de 2009

ÔÔÔÔ , volta aqui !!!


Antônio Carlos Gomes Belchior Fontenelle Fernandes (Sobral, 26 de outubro de 1946) é um cantor e compositor brasileiro. Foi um dos primeiros cantores de MPB do nordeste brasileiro a fazer sucesso nacional em meados da década de 1970.

Em agosto de 2009 houve rumores de seu suposto desaparecimento. Mas o artista foi encontrado morando em uma pousada no Uruguai.

  • O também cantor cearense Falcão satiriza um trecho da canção Divina comédia humanaUm analista amigo meu me disse desse jeito não vou viver satisfeito". em "As bonitas que me perdoem, mas a feiúra é de lascar", com o trecho "
Trecho de " meu cordial brasileiro " cd e musica omonimas :
"
Também estou vivo, eu sei,
mas porque posso sangrar;...
e mesmo vendo que é escuro,
dizer que o sol vai brilhar
com/contra quem me dá duro,
com o dedo na cara,
me mandando calar. "

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Vô imbolar






eu gosto mesmo é de fazer pastiche
eu gosto muito de comer pistache
na outra encarnação eu fui derviche
nesta encarnação puro deboche

um anjo veio e me disse : - gauche!
A vida veio e me pintou guache
danço com minha boneca de piche
vestido num belo terno versace

tive uma oficina de desmanche
no carnaval saio na tribo apache
fiz uma ponta no filme "a revanche"
contracenei com a irene ravache

não há cavalo bom que não relinche
não há malnadro que não dê relaxo
tive uma banda mas faltava punch
ninguém me pisa que eu não sou capacho

j'ai travaillé de dimanche à dimanche
chique que sou como sushi e quiche
quando eu morava no largo do arouche
vivia na base do sanduíche

ganhei fama fazendo filmes trash
vida de horror ave maria vixe
tenho meu sonho como é de praxe
um dia quero ser john malkovich



Zeca Baleiro


Zeca Baleiro, nome artístico de José Ribamar Coelho Santos, (Arari, Maranhão, 11 de abril de 1966) é um cantor, compositor e músico brasileiro de MPB. Transferiu-se para São Paulo onde lançou sua carreira.

Zeca Baleiro canta, toca violão e já teve suas composições interpretadas por Simone, Gal Costa, Vange Milliet, Adriana Maciel, Luíza Possi, Rita Ribeiro, Renato Braz, Charlie Brown Jr, O Rappa e Babado Novo.

Zeca começou sua carreira compondo melodias e músicas para peças infantis de teatro, onde se destacou pela qualidade de suas letras. Foi morar em São Paulo, onde dividia um apartamento com seu parceiro musical Chico César. Apesar de sua carreira musical já existir 12 anos antes de gravar seu primeiro disco em 1997, seu salto para a fama foi em sua participação no Acústico MTV de Gal Costa com a canção "A Flor da Pele", no qual alcançou projeção nacional. Nos anos seguintes gravou mais cinco discos com participação de outros cantores do Brasil, muitos dos quais são seus parceiro em composições como: Chico César, Rita Ribeiro, Lobão, O Teatro Mágico, Arnaldo Antunes, Zé Geraldo, Paulinho Moska, Lenine, Fagner, Zeca Pagodinho e Zé Ramalho. Sua música deriva de muitos ritmos tradicionais brasileiros: samba, pagode, baião com elementos do rock, pop e música eletrônica com um modo muito particular de tocar violão. Suas letras contém, de forma inteligente, humor e poesia.








terça-feira, 10 de novembro de 2009

Drogas + mal - entendidos + orgulho = PLUSH


Stone Temple Pilots (comumente referidos como STP) é uma banda de rock alternativo estado-unidenseScott Weiland, dos irmãos Robert e Dean DeLeo, e Eric Kretz. A banda ficou ativa de 1986 a 2003, mas debandou devido a conflitos entre seus membros e reuniu-se em 2008.[1] consistindo de

Os cinco álbuns de estúdio da banda venderam mais de 17 milhões de cópias somente nos Estados Unidos e aproximadamente 40 milhões no mundo todo.[2] O grupo teve quinze singles no Top 10 das paradas de rock da Billboard, incluindo seis na primeira posição, e um álbum na primeira posição das paradas pop (Purple, de 1994). Em 1993, a banda ganhou um Grammy por "Best Hard Rock Performance" por sua canção "Plush". Stone Temple Pilots também foram classificados na 40ª posição da lista da VH1, Os 100 Maiores Artistas do Hard Rock.[3] Em 2003, após lançar uma compilação de greatest hits chamada Thank You, seus integrantes começaram a seguir caminhos separados. Após o fim em 2003, Weiland se tornou vocalista do Velvet Revolver, com os antigos membros do Guns N' Roses. Os irmãos DeLeo formaram a banda Army of Anyone com Richard Patrick, da banda Filter. Kretz fundou o Bomb Shelter Studios em Los Angeles. [4]

Os intermináveis problemas do vocalista com o uso de drogas fizeram com que a banda terminasse. Após o término da banda Scott Weiland formou o Velvet Revolver, junto aos antigos membros do Guns N' Roses, Slash, Duff McKagan e Matt Sorum ainda com Dave Kushner, ex-Wasted Youth. Os irmãos Robert e Dean DeLeo viraram produtores musicais e o primeiro trabalho deles nesta área é o lançamento do grupo Libertines, depois de trabalharem com o ex-vocalista do Filter, Richard Patrick, formaram a banda Army of Anyone. O baterista Eric Kretz construiu um estúdio em sua casa.

Reunião

STP tocando em 7 de abril de 2008Robert DeLeo, Scott Weiland, Dean DeLeo, e Eric Kretz) (da esquerda para a direita:

Em 20 de janeiro de 2008 o Miami Herald relatou que Scott disse que o público "deve ser à procura de um reencontro do STP nos próximos meses". No dia 29 de dezembro de 2007 Billy Morrison alegou no Camp Freddy Radio que têm espaços para shows. Existem rumores que a turnê de reencontro vai ocorrer em maio, no festival Rock on the Range. Tudo isto coincide com uma citação de Scott Weiland no verão passado, quando ele declarou: "A única coisa que lhe deixou inacabada é a conclusão da história. Eu sinto que poderia haver um melhor capítulo final."

Em 25 de janeiro de 2008, Slash, guitarrista do Velvet Revolver, confirmou o reencontro do STP por dizer à Billboard que Scott estaria de volta a sua antiga banda. A MTV também relatou o caso no mesmo dia em que a indústria da música. Há também rumores recentemente divulgados em sites de fãs, de que a banda já começou a gravar um novo material no estúdio de Eric Kretz, o Bomb Shelter, localizado em Los Angeles. Está confirmado a volta da banda, segundo o site Blabbermouth, os músicos se encontrarão no festival Rock on the Range, nos Estados Unidos, o grupo deve começar a série de shows em Ohio, no dia 17 de maio e pretendem passar por outras 65 cidades.

A Ticketmaster havia anunciado uma apresentação da banda no Brasil em outubro, que foi posteriormente cancelado pela banda.




domingo, 25 de outubro de 2009

6 minutos


Por Carlos Eduardo Araújo

O forte do cantor e compositor Otto, desde os tempos de Mundo Livre S/A e Chico Science, era sua performance ao vivo. Até em entrevistas era difícil entender as construções gramaticais entoadas pela dicção característica do cantor. Isso tudo já se sabia. Mas a grande e extraordinária surpresa que acometeu críticos e fãs ao ouvir o mais novo trabalho do artista foi a impressionante evolução do “Bicho que Pula”.

“Certa manhã acordei de sonhos intranqüilos” é o quarto disco de Otto e parece entrar por caminhos diferentes dos anteriores. Primeiro pela sonoridade: o disco tem a assinatura sonora de um dos mais criativos e competentes músico/produtor da nova geração: Fernando Catatau. Músicas como “Crua” e “O Leite”, e a muito bem construída “Lágrimas Negras”, apresentam um minimalismo estranho. Por vezes violão e percussão, com introduções de violoncelos e trechos orquestrados se entranham na massa auditiva dos mais atentos e levam até a melancolia proposta por Otto neste disco.

Uma segunda observação clássica de todos que ouvirem o disco, pelo menos duas vezes,

são as letras

Se alguém me perguntasse se Otto sabia falar de amor, de antemão seria contrário à ideia. Mas em seus sonhos intranqüilos o cantor mostrou-se um compositor sensível e de uma entrega impressionante. Há quem diga que algumas canções como “6 minutos” e “Saudade”, e muitas outras, são experiências vividas pelo cantor com o fim do seu relacionamento com a atriz Alessandra Negrini. Até agora são apenas boatos. O fato é que em suas letras, Otto despejou sobre as harmonias estranhas de Fernando Catatau um lirismo e melancolia que se confundem em várias páginas sonoras presentes no disco.

Em seu quarto trabalho de inéditas, Otto ainda mostrou sua raiz pernambucana e percussiva em ritmos afro-brasileiros. Como em “Janaina” e em “Filha”. Está última aponto como a melhor do disco. Sua música transpira mais vitalidade, como cantor Otto também se mostrou bem mais ativo e se arriscando ainda mais em berros e agudos dando mais sentimento às canções. Pode-se notar influencias sonoras do afrobeat e do brega (Fernando Mendes, Nelson Gonçalves) versando com introdução de elementos percussivos e clássicos. Uma mistura que deu outra cara à musica de Otto. Destaque para a regravação de “Naquela mesa”, com ambientação de gafieira e com arranjo próximo do original, mas com outra concepção.

Em “Agora sim”, última musica do disco, é nítida uma das características mais importantes no novo trabalho de Otto; as experiências com a composição das frases e o uso de palavras “subversivas”, pode-se dizer assim. Em construções como: “naquela noite em que chamei você fudia, de noite e de dia” e “O beijo, o grelo, o falo, o dado, o ralo, o olho” escancaram um outro Otto, um compositor mais seguro e pertinente, e que busca na construção da música expandir limites e unir com competência o amor, o sentimento, e a sexualidade, coisa que anda em extinção por aí. Ou a turma faz uma história já totalmente escrachada, ou falam de amor mela cueca, sem sentimento algum, impressionando apenas meninas recém saídas do ensino fundamental.

Enfim, pode-se se dizer que é disco de difícil digestão, mas se escutado com calma e buscando entender os sentimentos expostos, pode-se ter várias impressões diferentes e bem harmoniosas. Na minha humilde opinião, é o melhor disco lançado por Otto em sua carreira. É disco para ser escutado de verdade, à maneira “antiga”, em um bom volume para se escutar o detalhe e sem ter muita coisa pra fazer. Se for para jogar as músicas no mp3 Player e ouvir “na doida” em qualquer ordem e misturada a outras coisas, aviso logo: é provável que não goste. Mas, fique à vontade. Por fim deixo uma das frases que escutei nesse disco e que pra mim, reflete a idéia principal da obra: “Aqui é festa amor e a tristeza em minha vida.”


TOP 100

As 100 mais da Rolling Stone

A revista Rolling Stone deste mês (out/2009), dedicada ao seu 3º aniversário, publicou uma lista com o que chama de "As 100 Maiores Músicas Brasileiras". Pois bem, aqui no Peramblogando você confere a íntegra desta lista elaborada pela conceituada publicação musical.

Lista Rolling Stone - As 100 maiores músicas brasileiras

1 - Construção (Chico Buarque)
2 - Águas de Março (Tom Jobim)
3 - Carinhoso (Pixinguinha/João de Barro)
4 - Asa Branca (Luiz Gonzaga/Humberto Teixeira)
5 - Mas Que Nada (Jorge Ben)
6 - Chega de Saudade (Tom Jobim/Vinícius de Moraes)
7 - Panis et Circensis (Gilberto Gil/Caetano Veloso)
8 - Detalhes (Roberto Carlos/Erasmo Carlos)
9 - Canto de Ossanha (Baden Powell/Vinícius de Moraes)
10 - Alegria, Alegria (Caetano Veloso)
11 - Domingo no Parque (Gilberto Gil)
12 - Aquarela do Brasil (Ary Barroso)
13 - As Rosas Não Falam (Cartola)
14 - Desafinado (Tom Jobim/Newton Mendonça)
15 - Trem das Onze (Adoniran Barbosa)
16 - Ouro de Tolo (Raul Seixas/Paulo Coelho)
17 - O Mundo é Um Moinho (Cartola)
18 - Sinal Fechado (Paulinho da Viola)
19 - Quero QUe Vá Tudo Pro Inferno (Roberto Carlos/Erasmo Carlos)
20 - Preta Pretinha (Luiz Galvão, Moraes Moreira)
21 - Tropicália (Caetano Veloso)
22 - Do Caos a Lama (Chico Science)
23 - Inútil (Roger Moreira)
24 - Eu Sei Que Vou Te Amar (Tom Jobim/Vinícius de Moraes)
25 - País Tropical (Jorge Ben)
26 - Roda Viva (Chico Buarque)
27 - Garota de Ipanema (Tom Jobim/Vinícius de Moraes)
28 - Pra Não Dizer Que Não Falei das Flores (Geraldo Vandré)
29 - Nanã - Coisa Número 5 (Moacyr Santos/Mario Telles)
30 - Baby (Caetano Veloso)
31 - Travessia (Milton Nascimento/Fernando Brant)
32 - Ovelha Negra (Rita Lee)
33 - Perola Negra (Luiz Melodia)
34 - Brasil Pandeiro (Assis Valente)
35 - Trem Azul (Lô Borges)
36 - O Bêbado e a Equilibrista (João Bosco/Aldir Blanc)
37 - Primavera (Cassiano/Silvio Rochael)
38 - Eu Quero É Botar Meu Bloco Na Rua (Sérgio Sampaio)
39 - Metamorfose Ambulante (Raul Seixas/Paulo Coelho)
40 - Sangue Latino (João Ricardo/Paulinho Mendonça)
41 - Manhã de Carnaval (Luís Bonfá/Antônio Maria)
42 - Sampa (Caetano Veloso)
43 - Como Nossos Pais (Belchior)
44 - Azul da Cor do Mar (Tim Maia)
45 - Carcará (João do Vale/José Cândido)
46 - Ponteio (Edu Lobo/Capinam)
47 - Me Chama (Lobão)
48 - Maracatu Atômico (Jorge Mautner/Nelson Jacobina)
49 - Os Alquimistas Estão Chegando (Jorge Ben)
50 - Ando Meio Desligado (Arnaldo Baptista/Sérgio Dias/Rita Lee)
51 - Disparada (Geraldo Vandré/Theo de Barros)
52 - Diário de um Detento (Jocenir/Mano Brown)
53 - Brasileirinho (Waldir Azevedo/Ruy Pereira Costa)
54 - Sabiá (Tom Jobim/Chico Buarque)
55 - Balada do Louco (Arnaldo Baptista/Rita Lee)
56 - A Lua e Eu (Cassiano/Paulo Zdabowski)
57 - Conversa de Botequim (Noel Rosa/Vadico/Francisco Alves)
58 - Apesar de Você (Chico Buarque)
59 - Minha Namorada (Vinícius de Moraes/Carlos Lyra)
60 - Na Rua, Na Chuva, Na Fazenda (Hyldon)
61 - Chão de Estrelas (Silvio Caldas/Orestes Barbosa)
62 - Luar do Sertão (Catulo da Paixão Cearense/João Pernambucano)
63 - Alagados (Herbert Vianna/Bi Ribeiro/João Barone)
64 - As Curvas da Estrada de Santos (Roberto Carlos/Erasmo Carlos)
65 - BR-3 (Antônio Adolfo/Tibério Gaspar)
66 - Clube da Esquina nº 2 (Milton Nascimento/Márcio Borges/Lô Borges)
67 - A Banda (Chico Buarque)
68 - Comida (Arnaldo Antunes/Marcelo Fromer/Sérgio Britto)
69 - Rosa de Hiroshima (Gerson Conrad/Vinícius de Moraes)
70 - Ronda (Paulo Vanzolini)
71 - Como uma Onda (Lulu Santos/Nelson Mota)
72 - Gita (Raul Seixas/Paulo Coelho)
73 - Wave (Tom Jobim)
74 - Sentado à Beira do Caminho (Roberto Carlos/Erasmo Carlos)
75 - Foi Um Rio Que Passou em Minha Vida (Paulinho da Viola)
76 - Samba de Verão (Marcos Valle/Paulo César Valle)
77 - Insensatez (Tom Jobim/Vinícius de Moraes)
78 - Cálice (Gilberto Gil/Chico Buarque)
79 - Maria Fumaça (Oberdan Magalhães/Luiz Carlos Batera)
80 - Vapor Barato (Jards Macalé/Waly Salomão)
81 - Que País É Este? (Renato Russo)
82 - Sossego (Tim Maia)
83 - Ideologia (Cazuza/Roberto Frejat)
84 - Rosa (Pixinguinha/Otávio de Souza)
85 - O Barquinho (Ronaldo Bôscoli/Roberto Menescal)
86 - Nervos de Aço (Lupicínio Rodrigues)
87 - Meu Mundo e Nada Mais (Guilherme Arantes)
88 - Sá Marina (Antônio Adolfo/Tibério Gaspar)
89 - A Flor e o Espinho (Nelson Cavaquinho/Guilherme de Brito/Alcides Caminha)
90 - 2001 (Tom Zé/Os Mutantes)
91 - Felicidade (Lupicínio Rodrigues)
92 - Tico Tico no Fubá (Zequinha de Abreu/Eurico Barreiros)
93 - Casa no Campo (Zé Rodrix/Tavito)
94 - O Mar (Dorival Caymmi)
95 - Último Desejo (Noel Rosa)
96 - Disritmia (Martinho da Vila)
97 - Você Não Soube Me Amar (Evandro Mesquita/Ricardo Barreto/Guto/Zeca Mendigo)
98 - A Noite do Meu Bem (Dolores Duran/Tom Jobim)
99 - Rua Augusta (Hervé Cordovil)
Como toda lista que se preze, esta também não será unanimidade. Confesso que não entendo, por exemplo, "Anna Júlia" ou "inútil" figurarem entre as maiores músicas brasileiras. Ao mesmo tempo a lista traz agradáveis supresas como as inclusões de "Diário de Um Detento" e "Da Lama ao Caos".

A lista serve também como uma forma de resgate (merecido) de nomes como Moacir Santos, Cassiano, Hyldon, Sérgio Sampaio e Lupicínio Rodrigues.

Quer saber um pouco mais sobre cada uma das eleitas, o motivo de sua inclusão na lista, bem como conhecer o júri respnsável pela eleição? Leia a Rolling Stone deste mês, já disponível em todas as bancas.

domingo, 27 de setembro de 2009

" É du #@$&*@ !


Devotos é uma banda de hardcore brasileira, composta por Cannibal (baixo e vocal), Celo (bateria) e Neilton (guitarra).

A banda surgiu em 1988, originários do bairro Alto José do Pinho, no Recife, inicialmente com o nome de "Devotos do Ódio" Título de um livro de José Louzeiro, sugerido por Lael, baixista da banda SS 20 Em 2000 Passou a se chamar apenas Devotos, Em 1993, venceram o concurso do Festival Recife Rock Show, o que possibilitou a assinatura do primeiro contrato com uma gravadora e posteriormente o lançamento do primeiro CD.

O primeiro disco foi produzido por Lucio Maia, guitarrista da banda Nação Zumbi, e o segundo por Dado Villa-Lobos, ex-guitarrista da Legião Urbana.


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TRECHO DA MUSICA -

Tudo Faz Sentido


ALBUM - FLORES COM ESPINHOS PARA O REI .
- 2006


"...

Visionários vivem bem
Realistas não têm pecados
Oxalá sabe o meu pranto
Estamos todos condenados

Mesmo assim vivemos bem
Mesmo condenados
Temos pesadelos
Lembranças do passado

Sonhos morrem como flores
Precisam ser regadas
Crianças morrem como flores
Precisam ser cuidadas
Velhos morrem como flores
Precisam ser amadas
Vidas morrem como flores
Precisam ser plantadas

..."

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Teatro Baleiro


*O Teatro Mágico é um grupo musical brasileiro formado em 2003 na cidade de Osasco, São Paulo. O TM é um projeto que reúne elementos do circo, do teatro, da poesia, da música, da literatura e do cancioneiro popular tornando possível a junção de diferentes segmentos artísticos num mesmo espetáculo.

* Zeca Baleiro, nome artístico de José Ribamar Coelho Santos, (Arari, Maranhão, 11 de abril de 1966) é um cantor, compositor e músico brasileiro de MPB. Transferiu-se para São Paulo onde lançou sua carreira.

Zeca Baleiro canta, toca violão e já teve suas composições interpretadas por Simone, Gal Costa, Vange Milliet, Adriana Maciel, Luíza Possi, Rita Ribeiro, Renato Braz, Charlie Brown Jr, O Rappa e Babado Novo.


O cantor Zeca Baleiro fez participação especialíssima na faixa "Xanel N 5", do novo cd de Fernando Anitelli e trupe, intitulado "O Segundo Ato".

A amizade entre os dois se iniciou no início do ano passado quando participaram de um mesmo evento na cidade de Ribeirão Preto - SP. Zeca entrou maquiado no palco durante o show do Teatro Mágico e Anitelli retribuiu a "visita" declamando uma poesia no meio da apresentação do cantor.

Para gravar "Xanel N 5", Baleiro convidou Anitelli a conhecer seu estúdio onde gravaram as vozes que estão no cd. E a parceria entre os dois promete não ficar só nisso.

Aguardem!!!!



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TRECHO DE XANEU Nº5 -MUSICA

ALBUM - 2º ATO

ZECA BALEIRO E O TEATRO MAGICO |


A minha tv não se conteve a atrevida passou atrevida olhando pra mim. Assistindo a todos os meus segredos, minhas parcerias, dúvidas, medos, a minha tv não me obedece.

Não quer mais passar novela, sonho um dia em ser janela e não quer mais ficar no ar. Não quer papo com a antena nem saber se vale a pena ver denovo tudo que já vi.


A minha tv tá louca, me mandou calar a boca e não tirar a bunda do sofá. Mas eu sou facinho de marré-de-sí, se a maré subir eu vou me levantar. Não quero saber se é cabo nem se minha assinatura vai mudar tudo que aprendi
triste o fim do seriado, um bocado magoado sem saber o que será de mim.

Enquanto pessoas perguntam por que, outras pessoas perguntam por que não? Até porque não acredito no que é dito, no que é visto. Acesso é poder e o poder é a informação. Qualquer palavra satisfaz. A garota, o rapaz e a paz quem traz, tanto faz. O valor é temporário, o amor imaginario e a festa primeiro de julho. Um minuto de silêncio é um minuto reservado de murmúrio, de anestesia. O sistema é nervoso e te acalma com a programação do dia, com a narrativa. A vida ingrada de quem acha que é noticia, de quem acha que é momento, na tua tela querem ensinar a fazer comida uma nação que nao tem ovo na panela que não tem gesto, quem tem medo assimila toda forma de expressão como protesto.












terça-feira, 22 de setembro de 2009

putf putf .....charlieee.......

Charlie Brown Jr. é uma banda de rock brasileira formada em Santos no ano de 1992. Segue a linha hardcore com influências do punk rock californiano, e mistura vários ritmos como o reggae, o hip hop, criando um estilo próprio. Suas letras fazem críticas à sociedade da perspectiva do universo jovem contemporâneo. Todos os membros da banda são naturais da cidade de Santos, exceto o vocalista Chorão, que nasceu em São Paulo.

No início de 2005, o vocalista Chorão foi surpreendido com o anúncio de que Marcão, Renato Pelado e Champignon estavam deixando o grupo, alegando divergências musicais. Contrariando as expectativas, Chorão apareceu com uma nova formação para o Charlie Brown Jr. O novo núcleo era baseado na cidade de Santos, onde a banda surgiu. Thiago Castanho, guitarrista que fez parte dos três primeiros discos da banda, retornou ao grupo. Dois novos músicos assumiram, respectivamente, a bateria e o baixo; André Ruas, conhecido como Pinguim; e Heitor Gomes, filho do contra-baixista Chico Gomes.

André Luís Ruas, o "Pinguim", ganhou seu apelido porque, quando mais novo, usava uma camiseta da marca de sorvete "Pingolé". Sua experiência musical vem da noite santista, tendo trabalhado com Thiago Castanho antes de ambos entrarem para a banda. Pinguim também era o responsável pelo beatbox que até então acompanhava os vocais de Chorão nas músicas do Charlie Brown Jr.. Depois dos ensaios com o repertório antigo e depois de alguns shows em vários locais do país, Chorão, Thiago, Heitor e Pinguim fortaleceram os vínculos e encontraram a sintonia necessária para criar novas músicas.


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TRECHO DE - ME ENCONTRAR- ALBUM CAMISA 10 JOGA BOLA ATE NA CHUVA -2009

"...
Eu não conheço todas as flores,
Mas vou mandar todas que eu puder
Vivemos tempos de loucos amores
Só é feliz quem sabe o que quer "

Tem juízo?

Sobre o mesmo :

“Lula Queiroga é um pernambucano que deu para fazer discos geniais nos anos 00 de música planetária, a começar por ‘Aboiando a vaca mecânica’ em 2001, até agora o novo ‘Tem juízo mas não usa’.” (Jamari França - O Globo Online)

"Lula Queiroga começa a ser reconhecido nacionalmente como um dos compositores mais interessantes de sua geração, dono de uma linguagem própria, movida a inteligência, humor e sensibilidade." (Nelson Motta - Sintonia Fina)

“Embora sua música híbrida inclua elementos tão atraentes quanto o rock, o samba e a ciranda, são as suas pauladas poéticas o que mais provoca e seduz os ouvidos.” (Marcus Preto - Folha de S.Paulo)

“Já passa da hora de o Brasil fazer uso do juízo e descobrir o belo som globalizante de Lula Queiroga.” (Blog do Mauro Ferreira)

“Lula Queiroga ainda é dos poucos na música brasileira que continuam com o dom de surpreender.” (José Teles - Jornal do Commercio)

“O frescor está presente na sonoridade moderna, fusões de ritmos tradicionais e programações eletrônicas, que, aliadas à sua poesia, resultam em um disco ousado.” (João Pimentel - O Globo)




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Trecho da musica - "é nenhuma" cd - ABOIANDO A VACA MECANICA - 2001 |

"...
O tempo é prá pensar, conquistar, prosseguir e viver
Olhar pro lado e tentar entender
O importante é a postura
Que a pessoa assuma
No mais : a diferença é nenhuma . "


domingo, 20 de setembro de 2009


MUSICA - VENENO | ALBUM => ESPELHO CRISTALINO 1977 -

Aprendi com a chuva
Você não quis me ensinar
Fiz toalha do sol também
Você não quis me enxugar
Eu fui jogado entre as feras
Olho por olho é a lei
Qualquer dia eu enfrento sua guerra
E minhas balas têm gosto de hortelã
Eu sou a terrível febre amarela



É o veneno da cobra e da maçã

sábado, 19 de setembro de 2009

AH uma jaula !



Marcondes Falcão Maia ou simplesmente Falcão (Pereiro, Ceará; 16 de setembro de 1957), é um cantor e compositor brasileiro. É considerado o maior ícone do estilo brega brasileiro.



Ainda criança, Falcão mudou-se para Fortaleza para freqüentar a escola. Depois na Universidade Federal do Ceará, foi cursar a faculdade de Arquitetura, para a qual entrou bem tarde, depois de tentar o vestibular cinco vezes[1], mas já iniciava sua carreira no mundo artístico. Seu primeiro disco, Bonito, lindo e joiado, foi lançado de forma independente e chamou a atenção da gravadora BMG. Nesse disco está seu primeiro sucesso de abrangência nacional, I'm Not Dog No, versão traduzida para o inglês da música Eu Não Sou Cachorro, Não de Waldick Soriano. Logo depois repetindo a fórmula, seu disco seguinte tinha a música Black People Car, traduzindo a letra de outro sucesso brega: Fuscão Preto, de Almir Rogério.

Sempre usando sua tradicional vestimenta florida e alegre com seu toque pessoal — o girassol preso em seu paletó — Falcão é autor de oito álbuns, e de um livro com frases de efeito chamado "Leruaite".



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TRECHO DE "O AMOR QUE ANTES DE SER JÁ ERA " - ALBUM - QUANTO PIOR MELHOR
1998-

Mas eu vim me embora
E você não passa de um ponto preto posto
Por uma mosca no meu pensamento
E eu vim contando jumento na estrada
Pra lhe esquecer

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

D.R.C.


A história do Detonautas Roque Clube se mistura com o início da febre da InternetBrasil. Em 1997, Tico Santa CruzCopacabana (RJ) e o mineiro Eduardo administrava uma pousada em Ilhéus no apareceu em uma sala de bate-papo perguntando se alguém ali tocava algum instrumento, Eduardo Simão, que também frequentava a sala, respondeu e passou a ser conhecido por seu nick das salas de bate-papo: Tchello. Tico morava em (Bahia).

Após o encontro dos dois precursores no Rio de Janeiro, a banda passou por várias formações, até que mais integrantes fossem recrutados através da Internet. O fato de como a banda foi formada repercutiu no seu nome: Detonautas = detonadores + internautas.

Graças à insistência principalmente de Tico Santa Cruz e à providencial ajuda de seu amigo, Gabriel, O Pensador, os Detonautas foram conseguindo seu espaço, primeiro nas rádios e depois amadurecendo na estrada, mesclando apresentações em locais de boa estrutura (a banda já chegou a abrir o show do Red Hot Chili Peppers para 50.000 pessoas no Pacaembu lotado) e em outros nem tanto, mas que serviram para dar cancha e experiência. Depois de muita batalha, que incluiu a famosa peregrinação com a demo embaixo do braço, finalmente a chance: após muitas idas e vindas a Warner Music Brasil contratou a banda, remixou e lançou o álbum, que embalado com os singles "Outro Lugar" e "Quando O Sol Se For", foi um grande sucesso nacional.

Os Detonautas são muito conhecidos pelos telespectadores do MTV Rockgol, o campeonato de músicos. Foram considerados bons jogadores, com um 3º lugar em 2003 (no qual Tico foi artilheiro). Os apresentadores Paulo Bonfá e Marco Bianchi apelidaram quase todos os jogadores, como Coala (Tico), Motoserra (Tchello), Crina (Renato Rocha), Brasil-sil-sil (Fábio Brasil), O Neto do Rodrigo (Rodrigo Netto), além do famoso DJ "Clééééston", veterano considerado pela dupla o maior craque do campeonato.

Em 2004, a banda lançou seu segundo álbum de estúdio,Roque Marciano, que rendeu o primeiro disco de ouro dos Detonautas. O disco contém os hits "O Dia Que Não Terminou", "O Amanhã", "Tênis Roque, "Só Por Hoje", entre outros. No dia 6 de novembro do mesmo ano, os Detonautas fizeram a gravação do seu primeiro DVD, intitulado com o mesmo nome do segundo álbum, que foi lançado no ano seguinte.

Em 2005, a banda entra em estúdio para a gravação do seu terceiro álbum:Psicodeliamorsexo&distorção, marcado por um som mais pesado e uma forte presença da voz. O disco veio embalado com canções como "Não Reclame Mais", "Dia Comum" e a grande "Você Me Faz Tão Bem", considerado por muitos o maior sucesso do grupo. Para a gravação do videoclipe, a banda se inspirou no movimento Free Hugs(Abraços Grátis), feito na Austrália.



Trecho de NEM ME LEMBRO MAIS - ALBUM - ACUSTICO 2009 OU ROQUE MARCIANO -


" Não quero esquecer, nenhum detalhe seu
Provo pra você, minha memória é maior e acho que cresceu
Tenho a solução para essa falta de consideração
Viver intensamente, novamente cada situação em paz
Sempre em paz"

domingo, 23 de agosto de 2009

Domingo 23


"Domingo 23 é dia de Jorge,é dia de Jorge
é dia dele passear,dele passear no seu cavalo branco
pelo mundo,pra ver com é que tá
de armadura e capa,espada forjada em ouro
gesto nobre,olhar sereno
de cavalheiro,guerreiro justiceiro
imbatível ao extremo,
assim é Jorge,salve Jorge,e viva viva viva Jorge
pois com sua sabedoria e coragem,mostrou que com uma rosa
e o cantar de um passarinho,
nunca,nesse mundo se está sozinho"




Domingo 23 , Jorge beN