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terça-feira, 30 de novembro de 2010

Alguma resposta , na mente?


Você alguma vez se perguntou por que
Faz sempre aquelas mesmas coisas sem gostar?
Mas voce faz, sem saber porquê, você faz!
E a vida é curta, por que deixar que o mundo
Lhe acorrente os pés?
Fingir que é normal estar insatisfeito
Sera direito, o que voce faz com você?
Por que voce faz isso por quê?
Detesta o patrão no emprego
Sem ver que o patrão sempre esteve em você
E dorme com a esposa por quem ja não sente amor
Sera que é medo?
Por que? voce faz isso com você?
Por que você não pára um pouco de fingir
E rasga esse uniforme que voce não quer...
Mas voce não quer, prefere dormir e não ver
Por que você faz isso por que?
Detesta o patrão no emprego
Sem ver que o patrão sempre esteve em você.
E dorme com a esposa por quem ja não sente amor
Sera que é medo?
Por que? você faz isso com você?
Por que cara?
Mas voce não quer prefere dormir e não ver
Por que voce faz isso por que?

sábado, 13 de novembro de 2010

3:15

Eis que as três horas da madrugada eu acordei
e me encontrei, eu fui ao encontro de mim,
calmo, alegre, plenitude sem fulminação
simplesmente isso, eu sou eu, você é você
é lindo, é vasto, vai durar.

sábado, 23 de outubro de 2010

Segue


....Pra você ver como é que a coisa é delicada
E de repente o vento vira a seu favor
Bom momento pra ficar assim
Doido de amor

Eu não dormir e foi por sua causa
Minha cabeça quando vê enlouqueceu
Tudo basta, basta que sacie a sede de amor

terça-feira, 12 de outubro de 2010

domingo, 29 de agosto de 2010

Recall

E Quem me conhece sabe que eu estou muito vivo....


Já consigo enxergar as cores novamente
Agora tudo é mais claro para mim
Os carros, as flores
A partir desse momento eu volto a respirar
Quem me conhece sabe que ando muito vivo.
Já passei por ruas, túneis, bifurcações
Mas agora eu percebi que você não passa de um espaço aberto pela multidão
Eu não vou mais lhe procurar, o meu caminho é um só e eu preciso seguir
Atento, em frente, distante de tudo que possa me levar ao mal.
Eu vou seguindo além dos arranhões
Colocando sal nas feridas e esperando o tempo que o tempo demora para curar.

Com movimentos rápidos, eu posso desinventar
Mágica para os seus olhos, mas distante das suas mãos.
Mágica para os seus olhos, eu posso até inventar.

Mas você vai sumindo
desaparecendo como foto velha
perdendo a cor.



Se olhe no espelho, meu amigo
ainda há muito tempo pra você brilhar.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

FDs 30-31/07 - 01/08/2010

Sexta 30/07

Festa Sem Loção
Sexta 30/07
Local: Franci's Drinks (Av. Alfredo Lisboa, Recife Antigo, na frente da lombada eletrônica do marco zero)
Horário: 23h58
Preço: R$ 15,00
Atrações: Lala k, Rebel k, Original dj copy (felipe machado), DJ Convidado: Magia Negra (edição golden plus em homenagem aos 05 anos do projeto).

Pátio Sonoro
Sexta 30/07
Local: Pátio de São Pedro (Recife)
Horário: 20h
Preço: Grátis
Atrações: 20h - Ortinho ,21h30 - Ticuqueiros.

Casa de Seu Jorge
Sexta 30/07
Local: Casa de Seu Jorge (Av. Santos Dumond, Rosarinho)
Horário: 20h
Preço: R$ 15,00
A cantora e compositora pernambucana Adryana BB é a atração desta sexta da Casa de Seu Jorge. Na ocasião, a artista cantará músicas do seu primeiro CD ao vivo “Do Barro ao Ouro".

Tributo ao Poeta Vinicius de Moraes
Sexta 30/07
Local: Pedra de Toque (Rua João Tude de Melo)
Horário: 22h
Preço: R$ 20,00 (sendo R$ 10 revertidos para a consumação).
A banda Escravo da Alegria faz homenagem a Vinicius de Moraes nesta sexta, no Pedra de Toque.

Livraria Cultura
Sexta 30/07
Local: Livraria Cultura (Paço Alfândega, Recife Antigo)
Horário: 19h
Preço: 1 kg de alimento não perecível
O músico Geraldo Azoubel é a atração desta sexta da Livraria Cultura.

Banda Caetano
Sexta 30/07
Local: Capibar (Rua Tapacurá, Casa Forte).
Horário: 23h
Preço: R$ 12,00 ou R$ 10,00 + 1 kg de alimento não perecível
A banda Caetano faz apresentação executa canções de Caetano Veloso no formato acústico nesta sexta, no Capibar.

Sábado 31/07

Banda Tarja Preta
Sábado 31/07
Local: Burburinho (Rua Tomazina, Recife Antigo)
Horário: 22h30
Preço: R$ 7,00
A banda Tarja Preta é a atração deste sábado do Burburinho. No Repertório, Pink Floyd, Led Zeppelin, Queen e Beatles.

Marcel Powell na Casa de Seu Jorge
Sàbado 31/07
Local: Casa de Seu Jorge (Av. Santos Dumond, Rosarinho)
Horário: 20h
Preço: Não divulgado
A Casa de Seu Jorge recebe o mestre do violão Marcel Powell neste sábado.

Festival Chopin-Schumann
Sábado 31/07
Local: Teatro de Santa Isabel (Praça da República, Recife)
Horário: 18h
Preço: Grátis
O Recife promove o Festival Chopin-Schumann de 31 deste mês até 23 de agosto, nos teatros da UFPE e de Santa Isabel. Na programação, mais de 20 solistas dedicados a celebrar os 200 anos de nascimento dos dois ícones da música erudita: o polonês Frédéric Chopin (1810-1849) e o alemão Robert Schumann (1810-1856).

Ilustres Visitantes na Livraria Cultura
Sábado 31/07
Local: Livraria Cultura (Paço Alfândega, Recife Antigo)
Horário: 17h
Preço: 1 kg de alimento não perecível
A Livraria Cultura recebe neste sábado a banda Ilustres Visitantes.

Beatles no Pedra de Toque
Sábado 31/07
Local: Pedra de Toque (Rua João Tude de Melo, Parnamirim)
Horário: 22h
Preço: R$ 20,00 (sendo R$ 10 revertidos para a consumação).
A banda The Back Beatles toca clássicos dos The Beatles neste sábado.


Domingo 01/08

Festival Chopin-Schumann

Domingo 01/08
Local: Teatro de Santa Isabel (Praça da República, Recife)
Horário: 18h
Preço: Grátis
O Recife promove o Festival Chopin-Schumann continua até o dia 23 de agosto, nos teatros da UFPE e de Santa Isabel. Na programação, mais de 20 solistas dedicados a celebrar os 200 anos de nascimento dos dois ícones da música erudita: o polonês Frédéric Chopin (1810-1849) e o alemão Robert Schumann (1810-1856).

NegroSambaSim
Domingo 01/08
Local: Mercado da Ribeira (Olinda)
Horário: 15h
Preço: Grátis
Atrações: Paulo Perdigão,Tadeu Jr, grupo Abaúna Capoeira.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Pisa Pé

Paralelepípedo
Paralelo e único
Pára-quedas, vida!
Para ler epílogos
Paralise o mundo!
Aperte o parafuso!
Paramedicina, luta!
Transfusão sangüínea!
Paranóia nossa?
Turn-off parabólica!
Parafraseando Otto
Acabo de entrar pra solidão a cabo

Paralelepípedo
Pára-lama sujo
Pára-choque duro
Para além das flores
Paralise o mundo!
Aperte o parafuso!
Paramedicina, luta!
Transfusão sangüínea!
Paranóia santa?
Turn-off intolerância!
Parafraseando Yuka
A América ninguém regula

Pra onde é que eu corro agora?
Pra além de mim?
E a terra prometida?


quarta-feira, 7 de julho de 2010

Até onde der..

E eu sinto que esse tempo foi desperdiçado
Então aonde é que você vai amanhã?
E eu vejo que tem mentiras a surgir
Você poderia ao menos se importar?

Aonde é que você vai com a máscara que encontrei?

Então está chovendo no seu quarto?
E eu vejo, esses são os olhos da confusão


domingo, 4 de julho de 2010

De graça Não !

Amarelou mangou de mim
Não vai ficar de graça
E dentro desta caixa
Um corpo que não fala
Um corpo de indigente
Um corpo que não fala
Um corpo que não sente


A minha vida até a morte é boa
Por isso tudo um dia vai chegar

A mesma louça que lavei, quebrei
Por isso vim para juntar os cacos


segunda-feira, 21 de junho de 2010

Bichinho do fd-se



Eu digo fda-se se eles se acharem educados de mais pra mim , elitizados de mais pra mim , inteligentes de mais pra mim ou bons de mais pra mim!

Eles são todos iguais!!


quinta-feira, 17 de junho de 2010

Mayday


Eu nunca que me dediquei, muito na arte politica
Eu nunca pude ser playboy, nem se quer me adiantar
O tempo em que me separei numa razão tão mística, um cavaleiro, nunca um cowboy, um verdadeiro kamikaze.
Um avião destruidor de lares, um passeio pelos ares, um megaton de poucas esperanças, bombas e lembranças.
E quando eu de lá voltar, não sei se poderei ficar, aqui onde beijei você deixando tudo pra viver

sexta-feira, 11 de junho de 2010

7



Não dá pé
Não tem pé, nem cabeça
Não tem ninguém que mereça
Não tem coração que esqueça
Não tem jeito mesmo
Não tem dó no peito
Não tem nem talvez ter feito
O que você me fez desapareça
Cresça e desapareça...


Não dá pé, não é direito
Não foi nada
Eu não fiz nada disso
E você fez
Um Bicho de Sete Cabeças...

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Antigamente

Segurei o juízo
Levantei toda a vista
Olhei reto na vida
E acabei no sentido
É que os olhos não esquecem
Quando a vida aparece
Com uma saudade danada

domingo, 16 de maio de 2010

Aconteceu ? de novo

Memória

Amar o perdido
deixa confundido
este coração.

Nada pode o olvido
contra o sem sentido
apelo do Não.

As coisas tangíveis
tornam-se insensíveis
à palma da mão

Mas as coisas findas
muito mais que lindas,
essas ficarão.

16 de maio - Dia do Gari

O gari representa faxineiros e serventes...
Em seu lugar, as máquinas não têm a eficiência.
Se não feita pelo gari, a limpeza parece ausente.
O trabalho simples, requer ordem e paciência.

Repare no gari: - Parece um ser "imantado".
Apesar do mérito de seu serviço, é mal remunerado.
Sendo irrisório o seu ganho, sobrevive mal alimentado.
Mas com todas as dificuldades, o gari é educado...

É uma educação vinda de berço e da sua criação.
Com pouco estudo, o gari se sujeita à humilhação!
No Brasil, o salário mínimo é sinônimo de fome,
Que não sustenta a família e nem a um só homem!

Mais que um mero político, o gari merece respeito,
Para ele, ser honesto e trabalhar correto é normal.
Numa sociedade, os que assim procedem são aceitos.
Pena não haver ganho digno ao trabalhador braçal,
E, com todos os problemas, o gari leva à alegria geral!!!

sábado, 8 de maio de 2010

E..N...D...

Voltou-se e mirou-a como se fosse pela última vez, como quem repete um gesto imemorialmente irremediável. No íntimo, preferia não tê-lo feito; mas ao chegar à porta sentiu que nada poderia evitar a reincidência daquela cena tantas vezes contada na história do amor, que é história do mundo. Ela o olhava com um olhar intenso onde existia uma incompreensão e um anelo, como a pedir-lhe, ao mesmo tempo, que não fosse e que não deixasse de ir, por isso que era tudo impossível entre eles.


Viu-a assim por um lapso, em sua beleza , real mas já se distanciando na penumbra ambiente que era para ele como a luz da memória. Quis emprestar tom natural ao olhar que lhe dava, mas em vão, pois sentia todo o seu ser evaporar-se em direção a ela. Mais tarde lembrar-se-ia não recordar nenhuma cor naquele instante de separação, apesar da lâmpada rosa que sabia estar acesa. Lembrar-se-ia haver-se dito que a ausência de cores é completa em todos os instantes de separação.

Seus olhares fulguraram por um instante um contra o outro, depois se acariciaram ternamente e, finalmente, se disseram que não havia nada a fazer. Disse-lhe adeus com doçura, virou-se e cerrou, de golpe, a porta sobre si mesmo numa tentativa de secionar aqueles das mundos que eram ele e ela. Mas o brusco movimento de fechar prendera-lhe entre as folhas de madeira o espesso tecido da vida, e ele ficou retido, sem se poder mover do lugar, sentindo o pranto formar-se multo longe em seu íntimo e subir em busca de espaço, como um rio que nasce.

Fechou os olhos, tentando adiantar-se à agonia do momento, mas o fato de sabê-la ali ao lado, e dele separada por imperativos categóricos de suas vidas, não lhe dava forças para desprender-se dela.

Sabia que era aquela a sua amada, por quem esperara desde sempre e que por muitos anos buscara em cada mulher, na mais terrível e dolorosa busca. Sabia, também, que o primeiro passo que desse colocaria em movimento sua máquina de viver e ele teria, mesmo como um autômato, de sair, andar, fazer coisas, distanciar-se dela cada vez mais, cada vez mais. E no entanto ali estava, a poucos passos, sua forma feminina que não era nenhuma outra forma feminina, mas a dela, a mulher amada, aquela que ele abençoara com os seus beijos e agasalhara nos instantes do amor de seus corpos. Tentou imaginá-la em sua dolorosa mudez, já envolta em seu espaço próprio, perdida em suas cogitações próprias - um ser desligado dele pelo limite existente entre todas as coisas criadas.


De súbito, sentindo que ia explodir em lágrimas, correu para a rua e pôs-se a andar sem saber para onde…

sábado, 17 de abril de 2010

È viver?


De manhãzinha o sol entrou pela janela
Revirando os meus segredos
Invadindo a minha cela
Procurando no meu ninho
Coisas do arco-da-velha

Abriu gavetas, revirou minhas lembranças,
Revi cartas, telegramas,
Diademas, bugigangas,
Cheiro de água de colônia
Da mulher que eu não amei

Me desarmou de minhas armas mais secretas
Esbarrou na minha pressa
De chegar ou de partir
Espetando a minha calma
Como se eu fosse um faquir

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Bom dia

Gosto de ti, mas às vezes não gosto de quem és.
Porque me fazes ter medo. Medo de te perder, medo de me perder a mim, medo de perder crenças, medo.
Porque confio em ti e tu não confias em mim.
Porque acredito mesmo quando sei que me mentes.
Porque tens atitudes que me fazem perder o rumo.
Porque às vezes, acredito mais, não saberes quem és do que saber.
Porque sei que te sei.

Porque não queria saber-te como te sei quando me viras as costas.
Porque muitas vezes a pessoa que és é paralela à que poderias ser.
Porque poderias ser tudo, ter tudo. E teimas em não ser nem ter.
Porque, não há 'porques'. Porque a razão ficou pelo caminho e lhe perdi o rastro.

Um dia, provavelmente, direi: 'Não te esqueci'.
Por mim, diria: 'Ainda bem que continuas aqui'.


Por mim, estarias aqui sempre. Apesar de tudo.
Por mim, tornar-te-ias nalguém que ainda não és.